Perigo de Incêndio Rural - 31 de maio a 2 de junho de 2019

 

PERIGO INCÊNDIO RURAL
 
De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera(IPMA), prevê-se para os próximos dias a continuação de tempo quente e seco, com persistência de condições meteorológicas gravosas para o risco de incêndio, que se traduzirá:
 - Valores de temperatura acima do normal para a época, em especial nas regiões Centro e Sul.
 - Vento predominante do quadrante Leste, rodando temporariamente para Norte na faixa costeira durante a tarde, soprando moderado a forte nas terras altas (até 45 km/h) até ao final da manhã e voltando a intensificar a partir do final da tarde (em especial nas regiões do Algarve e Trás-os-Montes).
-  Baixos teores de humidade relativa do ar (HRA), que poderão ser <15% em toda a região Sul, no Vale do Tejo e nas regiões de Setúbal e Lisboa e <30% nas regiões Norte e Centro, com fraca recuperação noturna. Prevê-se que estes teores diminuam amanhã, no Algarve e Baixo Alentejo.
-  A percentagem de água no solo não sofreu alterações nos últimos dias, mantendo-se inferior a 20% na generalidade da região a Sul do rio Tejo e nas regiões do interior Norte e Centro.
 
Este cenário meteorológico irá traduzir-se num aumento dos índices de risco de incêndio, entre amanhã e domingo, com condições favoráveis à rápida propagação de incêndios rurais.
 
 EFEITOS EXPECTÁVEIS
 
Considerando a informação meteorológica, esperam-se condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, em especial nas regiões do Centro e Sul.
 
 MEDIDAS PREVENTIVAS
 
Para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja igual ou superior ao nível MUITO ELEVADO, não é permitido (a):
 
         - O uso de fogareiros e grelhadores é proibido em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito;
         -É proibido o lançamento de balões com mecha acesa e de foguetes. O uso de fogo-de- artifício só é permitido com autorização da Câmara Municipal;
         - É proibido fumigar ou desinfestar em apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivo de retenção de faúlhas.
         - A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recomenda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente através da adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, na utilização do fogo em espaços rurais, observando as restrições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, disponível junto dos sítios da internet da ANEPC e do IPMA, junto dos Gabinetes Técnicos Florestais das Câmaras Municipais e dos Corpos de Bombeiros.

Assim,  recorda-se que, de acordo com declaração da Situação de Alerta em vigor, é proibida a realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração.

"A DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS"-Sessão de informação e esclarecimento 23 de maio: 14h30 no Edifício Municipal

                            "A DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS"

                                    Sessão de informação e esclarecimento



Em parceria com o Núcleo Ambiental da GNR de Oliveira de Azeméis,vamos

saber mais sobre a defesa da floresta, o que está nas mãos de cada um de nós,

legislação em vigor e outras temáticas relacionadas.



Entrada livre!

AVISO Á POPULAÇÃO - PRECIPITAÇÃO,VENTO, QUEDA DE NEVE E GRANIZO - 23 A 25 DE ABRIL

De acordo com a informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se para as próximas 48 horas um agravamento das condições meteorológicas em relação ao vento, precipitação, neve e agitação marítima, salientando-se:

 
1.
Para hoje (23 de abril)
* Períodos de chuva ou aguaceiros, que podem ser pontualmente fortes, na generalidade do território do continente, com acumulados até 15 mm/12H, em especial nas regiões do Norte e Centro, podem ser acompanhados de trovoada e queda de granizo.
* Queda de neve, no Norte e Centro, acima da cota de 1000 metros, subindo temporariamente para a cota acima de 1400 metros.
Vento moderado do quadrante oeste, por vezes forte, com rajadas até 60 km/h no litoral, até 70 km/h nas terras altas.
Descida acentuada da temperatura máxima, a apresentar valores abaixo do normal para esta época do ano.
 
Para amanhã ( 24 de abril):
* Períodos de chuva ou aguaceiros, que podem ser pontualmente fortes, com acumulados de 20-25 mm/12H, entre as 00h e as 12 h, em todo o território do continente, e com acumulados, entre as 12h e as 24h, de 25-30 mm/12H, nas regiões Norte e Centro.
* Queda de neve, nas regiões do Norte e Centro, acima da cota de 1000 metros de altitude, subindo temporariamente para 1400 metros durante a tarde.
* Vento moderado do quadrante sudoeste, soprando forte, com rajadas até 75 km/h, no litoral a norte Cabo Raso, e com rajadas até 100 km/h nas terras altas.
 
Para 5ª. feira ( 25 de abril):
* Períodos de chuva ou aguaceiros, com possibilidade de trovoada e granizo, que podem ser de neve acima de 1000 metros de altitude, nas regiões Norte e Centro.
* Vento moderado a forte do quadrante oeste, com rajadas até 70 km/h no litoral a norte Cabo Raso, e com rajadas até 90 km/h nas terras altas, até às 15 horas.
* Ondas de noroeste que podem chegar a 4 a 5 metros de altura na faixa costeira ocidental.
 

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

· Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;

· Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;

· Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;

· Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;

· Danos em estruturas montadas ou suspensas;

· Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;

· Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte, bem como de afetação de infraestruturas associadas às redes de comunicação de energia;

· Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

 

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

O SMPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

· Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

· Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;

· Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

· Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;

· Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

· Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

· Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;

· Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

 

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

 

Perigo de Incêndio Rural - 30 a 31 de março de 2019

 
 

De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), e pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) prevê-se um quadro meteorológico as próximas 48h, caracterizadas por tempo quente e seco e o vento forte de Leste:

  • Vento moderado (<25 km/h) do quadrante Leste, soprando moderado (<35 km/h) no Algarve com rajadas até 60 km/h, rodando temporariamente para o quadrante Oeste no litoral a Norte do cabo de Sines durante a tarde. Nas terras altas, em especial do Centro e Sul, o vento será forte do quadrante Leste até ao início da tarde (<45 km/h). Amanhã (30mar), vento moderado (<25 km/h) do quadrante Leste, rodando para o quadrante Norte a partir da tarde, e soprando moderado a forte (< 45 km/h) nas terras altas do Centro e Sul até ao final da manhã com tendência para diminuir de intensidade nos próximos dias, em especial nas terras altas.
  • Humidade Relativa do Ar (HRA) inferior a 35% na generalidade do território do continente, com exceção do Algarve, Minho e Douro Litoral, com recuperação noturna pouco expressiva nas regiões Norte e Centro. Aumento gradual da HRA durante o fim-de-semana.
  • A temperatura máxima contínua com valores acima do normal para a época do ano, prevendo-se uma descida gradual nos próximos dias em especial nas regiões Centro e Sul. Acentuado arrefecimento noturno.
  • Condições para aguaceiros e trovoada durante o fim-de-semana, mais prováveis no domingo (31mar).

 

Em função da previsão da evolução das condições meteorológicas é expectável:

  • A manutenção de valores de temperatura máxima acima do que é normal para a época do ano, vento moderado a forte do quadrante leste, soprando com rajadas com permanência de condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios.

Assim,  recorda-se que, de acordo com declaração da Situação de Alerta em vigor, é proibida a realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração.

DECLARAÇÃO DA SITUAÇÃO DE ALERTA - 27 a 31 de Março de 2019

DECLARAÇÃO DA SITUAÇÃO DE ALERTA

Face às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para um significativo agravamento do risco de incêndio florestal no território do Continente, e considerando a decisão da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que determinou a passagem do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais ao Estado de Alerta Especial Amarelo em todos os distritos, os Ministros da Administração Interna e da Agricultura, Florestas e  Desenvolvimento Rural assinaram hoje o Despacho que determina a Declaração da Situação de Alerta.

No âmbito da Declaração da Situação de Alerta, prevista na Lei de Bases de Proteção Civil, serão implementas as seguintes medidas de caráter excecional:

  • Elevação do grau de prontidão e resposta operacional por parte da GNR e da PSP, com reforço de meios para operações de vigilância, fiscalização, patrulhamentos dissuasores de comportamentos de risco e de apoio geral às operações de proteção e socorro que possam vir a ser desencadeadas;
  • Proibição da realização de queimadas, de queimas de sobrantes de explorações agrícolas e florestais e de ações de gestão de combustível com recurso à utilização de fogo; 
  • Dispensa dos trabalhadores dos setores público e privado que desempenhem cumulativamente as funções de bombeiro voluntário, nos termos do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 241/2007;

A Situação de Alerta abrange todos os distritos do Continente entre as 00h00 do dia 27 de março e as 23h59 do dia 31 de março. O Governo acompanha em permanência o evoluir da situação operacional e apela aos cidadãos para que adequem os seus comportamentos ao quadro meteorológico que tem sido amplamente divulgado.

Perigo de Incêndio Rural - 31 de maio a 2 de junho de 2019

 
 
PERIGO INCÊNDIO RURAL
 
De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera(IPMA), prevê-se para os próximos dias a continuação de tempo quente e seco, com persistência de condições meteorológicas gravosas para o risco de incêndio, que se traduzirá:
 - Valores de temperatura acima do normal para a época, em especial nas regiões Centro e Sul.
 - Vento predominante do quadrante Leste, rodando temporariamente para Norte na faixa costeira durante a tarde, soprando moderado a forte nas terras altas (até 45 km/h) até ao final da manhã e voltando a intensificar a partir do final da tarde (em especial nas regiões do Algarve e Trás-os-Montes).
-  Baixos teores de humidade relativa do ar (HRA), que poderão ser <15% em toda a região Sul, no Vale do Tejo e nas regiões de Setúbal e Lisboa e <30% nas regiões Norte e Centro, com fraca recuperação noturna. Prevê-se que estes teores diminuam amanhã, no Algarve e Baixo Alentejo.
-  A percentagem de água no solo não sofreu alterações nos últimos dias, mantendo-se inferior a 20% na generalidade da região a Sul do rio Tejo e nas regiões do interior Norte e Centro.
 
Este cenário meteorológico irá traduzir-se num aumento dos índices de risco de incêndio, entre amanhã e domingo, com condições favoráveis à rápida propagação de incêndios rurais.
 
 EFEITOS EXPECTÁVEIS
 
Considerando a informação meteorológica, esperam-se condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, em especial nas regiões do Centro e Sul.
 
 MEDIDAS PREVENTIVAS
 
Para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja igual ou superior ao nível MUITO ELEVADO, não é permitido (a):
 
         - O uso de fogareiros e grelhadores é proibido em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito;
         -É proibido o lançamento de balões com mecha acesa e de foguetes. O uso de fogo-de- artifício só é permitido com autorização da Câmara Municipal;
         - É proibido fumigar ou desinfestar em apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivo de retenção de faúlhas.
         - A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recomenda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente através da adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, na utilização do fogo em espaços rurais, observando as restrições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, disponível junto dos sítios da internet da ANEPC e do IPMA, junto dos Gabinetes Técnicos Florestais das Câmaras Municipais e dos Corpos de Bombeiros.

Assim,  recorda-se que, de acordo com declaração da Situação de Alerta em vigor, é proibida a realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração.

AVISO À POPULAÇÃO - PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO e AGITAÇÃO MARITIMA - 05, 06 e 07 de março

De acordo com a informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se um agravamento das condições meteorológicas, salientando-se:

  • Períodos de chuva por vezes forte (entre 10 e 20 mm numa hora) e persistente (entre 30 e 40 mm em seis horas) nas regiões do Norte e do Centro, passando a aguaceiros, que poderão ser fortes, de granizo e acompanhados de trovoada, entre o início da tarde de hoje e o final da manhã de quarta-feira;
  • Vento forte do quadrante sul com rajadas até 80 km/h a norte do Cabo Mondego. Nas terras altas das regiões Norte e Centro vento com rajadas até 100 km/h, a partir do meio da tarde de hoje até ao início da manhã de quarta-feira;
  • Queda de neve acima de 1200/1400 metros de altitude, entre o final da tarde de quarta-feira e o final da manhã de quinta-feira, podendo descer à cota de 1000 metros na serra do Gerês;

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

 

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

·         Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;

·         Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;

·         Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;

·         Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;

·         Danos em estruturas montadas ou suspensas;

·      Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;

·         Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;

·     Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

 

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

O SMPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

·         Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

·         Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;

·         Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

·         Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;

·         Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

·         Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

·         Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;

·         Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

SABIA QUE É OBRIGATÓRIO POR LEI EFETUAR O CORTE DE VEGETAÇÃO DOS TERRENOS EM REDOR DAS HABITAÇÕES ATÉ 15 DE MARÇO DE 2019?

A Câmara Municipal de Vale de Cambra ALERTA que  até ao dia 15 de março

 de 2019 os proprietários, arrendatários, usufrutuário ou entidades que a qualquer

título detenham terrenos confinantes com edifícios inseridos em espaços rurais,

são obrigados a proceder ao corte de vegetação numa faixa de 50 metros à volta

daqueles edifícios e 100 metros em redor das aldeias.

EM REDOR DAS HABITAÇÕES (50 M) E DAS ALDEIAS (100 M) DEVERÁ:

- proceder à limpeza total do mato
- afastar as copas das árvores 5 metros do edifício
- derramar a árvore 4 metros acima do solo
- no caso do Pinheiro Bravo e Eucalipto proceder ao afastamento de 10 metros entre copas
- outras espécies florestais o afastamento é de 4 metros entre copas
- o afastamento entre copas deverá ser feito conforme o esquema abaixo

As multas por não cumprimento poderão ir até aos 10 mil euros para particulares

e 120 mil para pessoas coletivas.

Qualquer dúvida pode ser esclarecida junto do

Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal de Vale de Cambra.

Contactos: 256 420 510 ou e-mail: gtf@cm-valedecambra.pt

Governo obriga à comunicação e autorização de QUEIMAS, QUEIMADAS E FOGUEIRAS

As diretrizes do Governo para este ano no que respeita às leis da Floresta já saíram. Nesse sentido, o estado deliberou (através das alterações introduzidas pelo Decreto Lei n.º 14/2019 de 21 de janeiro ao DL 124/2006 de 28 de junho) que a realização de queimadas, queimas de sobrantes, bem como a realização de fogueiras está regulamentada da seguinte forma:

  • QUEIMAS

Uso do fogo para eliminar sobrantes de exploração (vegetação), cortados e amontoados.

— Durante o período crítico ou quando o índice de risco de incêndio seja de níveis muito elevado ou máximo é obrigatório solicitar autorização à Câmara Municipal para a queima de matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração;

— Fora do período crítico e quando o índice de risco de incêndio não seja de níveis muito elevado ou máximo, a queima de matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração, está sujeita a comunicação prévia à autarquia local;

— Durante o período crítico ou quando o índice do risco de incêndio seja de níveis muito elevado ou máximo, a queima de matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração, sem autorização e sem o acompanhamento definido pela autarquia local, será considerada uso de fogo intencional.

  • QUEIMADAS

Uso do fogo para renovação de pastagens e eliminação de restolho e ainda, para eliminar sobrantes de exploração (vegetação) cortados mas não amontoados.

— A realização de queimadas só é permitida após autorização do município, tendo em conta o enquadramento meteorológico e operacional, bem como a data e local onde a mesma é proposta.

— A realização de queimadas sem autorização e sem o acompanhamento definido no presente artigo, deve ser considerada uso de fogo intencional.

 

COMO EFETUAR A COMUNICAÇÃO OU PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO?

  • Linha "Queimas e queimadas" da Câmara Municipal - 256 420 535
  • Linha Nacional - 808 200 520
  • Página - https://fogos.icnf.pt/queimasqueimadas/login.asp
  • Junta de Freguesia da sua área de residência

 

As diretrizes da Legislação imposta dizem ainda que o não cumprimento constitui uma multa que pode oscilar entre os 280€ e os 10.000€ para pessoas singulares e de 1600€ a 120.000€ para pessoas coletivas.

Qualquer dúvida pode ser esclarecida junto do Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal (telefone 256 420 510) ou do e-mail: gtf@cm-valedecambra.pt

Aplicação de medidas obrigatórias contra a praga "psila africana dos citrinos"

 

                                                                                       

 

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